A palavra “Igreja” é muito mal entendida, e isso até entre aqueles que se dizem Cristãos.
O que é Igreja?
O Novo Testamento parece dar uma dupla resposta a essa pergunta. Por um lado, ela é uma realidade espiritual e mística, o corpo de Cristo, e como tal é invisível aos olhos humanos. Trata-se do conjunto dos verdadeiros crentes, em tempo passado, presente e futuro, daqueles que pertencem a Cristo e o reconhecem explicitamente como Salvador e Senhor, onde quer que se encontrem.
“E sujeitou todas [as coisas] a seus pés, e sobre todas [as coisas] o constituiu como cabeça da Igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos.” (Efésios 1:22-23)
“[Há] um só corpo e um [só] Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação” (Efésios 4:4)
“Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo” (Efésios 4:12)
“Do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor.” Efésios 4:16)
“E ele é a cabeça do corpo, da Igreja; é o princípio [e] o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência.” (Colossenses 1:18)
“Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a Igreja” (Colossenses 1:24)
“Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo [é] de Cristo.” (Colossenses 2:17)
“E não ligado à cabeça, da qual todo o corpo, provido e organizado pelas juntas e ligaduras, vai crescendo em aumento de Deus.” (Colossenses 2:19)
“E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos.” (Colossenses 3:15).
Por outro lado, em um sentido mais concreto e palpável, esse corpo é o conjunto visível daqueles que professam a fé cristã e se reúnem em comunidades locais.
“Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação, Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros.” (Romanos 12:4-5)
“Porque nós, [sendo] muitos, somos um só pão [e] um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão.” (1 Coríntios 10:17)
“Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um [só] corpo, assim [é] Cristo também. Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. Porque também o corpo não é um [só] membro, mas muitos. Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; não será por isso do corpo? E se a orelha disser: Porque não sou olho não sou do corpo; não será por isso do corpo? Se todo o corpo [fosse] olho, onde [estaria] o ouvido? Se todo [fosse] ouvido, onde [estaria] o olfato? Mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis. E, se todos fossem um [só] membro, onde [estaria] o corpo? Assim, pois, há muitos membros, mas um corpo. E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós. Antes, os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são necessários; E os que reputamos serem menos honrosos no corpo, a esses honramos muito mais; e aos que em nós são menos decorosos damos muito mais honra. Porque os que em nós são mais nobres não têm necessidade disso, mas Deus assim formou o corpo, dando muito mais honra ao que tinha falta [dela]; Para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns dos outros. De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele. Ora, vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular.” (1 Coríntios 12:12-27)
“[A saber], que os gentios são co-herdeiros, e de um mesmo corpo, e participantes da promessa em Cristo pelo evangelho” (Efésios 3:6)
“Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos.” (Efésios 5:30)
Nesta segunda acepção, o Novo Testamento utiliza várias outras figuras para designar a Igreja: povo de Deus, família, edifício, rebanho, lavoura de Deus, etc. Em nenhum desses dois aspectos neotestamentários o termo “Igreja” se refere a uma estrutura, a uma organização, mas é sempre uma realidade invisível, o corpo místico, ou visível, o conjunto dos fiéis.
1. Etimologia da palavras, Igreja
O Termo “Ekklesia” para “Igreja”
A palavra “Ekklesia” vem do grego “ek” (“tirado, extraído” – para fora) e “klesia” (“chamado”). Etimologicamente, significaria “Assembleia de chamados para fora”. O termo era usado para descrever “um corpo de cidadãos, cidadãos corporal e fisicamente reunidos, reunidos com a finalidade de discutir os assuntos da sua cidade”, este sentido pode ser visto na própria Bíblia em Atos 19:32, Atos 19:38-39 e Atos 19:41
“Uns, pois, clamavam de uma maneira, outros de outra, porque o ajuntamento era confuso; e os mais deles não sabiam por que causa se tinham ajuntado.” (Atos 19:32)
“Mas, se Demétrio e os artífices que estão com ele têm alguma coisa contra alguém, há audiências e há procônsules; que se acusem uns aos outros; E, se alguma outra coisa demandais, averiguar-se-á em legítima assembleia.” (Atos 19:38-39)
“E, tendo dito isto, despediu a assembleia.” (Atos 19:41)
O teólogo William Barcley, em seu livro, Palavras chaves do Novo Testamento nos diz:
Nos grandes dias clássicos em Atenas a ekklesia era a assembleia convocada do povo. Consistia em todos os cidadãos da cidade que não tinham perdido seus direitos civis […] elegia e demitia magistrados e dirigia a política da cidade. Declarava guerra, fazia a paz, contratava tratados e planejava alianças […] obtinha e designava verbas. Duas coisas são interessantes de se notar. Em primeiro lugar, todas as reuniões começavam com orações e sacrifícios. Em segundo lugar, era uma verdadeira democracia. Suas duas grandes senhas eram “igualdade” (isonomia) e “liberdade” (eleutheria). Era uma assembleia onde todos tinham o mesmo dever e o mesmo direito de participar. Barclay, William. Palavras chaves do Novo Testamento. São Paulo, Vida Nova, 1988, página 45.
2. Igreja no sentido “Local” e espiritual
Assim como uma única pedra não forma uma construção, e um único membro não forma um corpo, assim também não existe a possibilidade de um relacionamento com Deus permanecendo sozinho.
“Busca satisfazer seu próprio desejo aquele que se isola; ele se insurge contra toda sabedoria.” (Provérbios 18:1)
“Se todo o corpo [fosse] olho, onde [estaria] o ouvido? Se todo [fosse] ouvido, onde [estaria] o olfato? Mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis. E, se todos fossem um [só] membro, onde [estaria] o corpo? Assim, pois, há muitos membros, mas um corpo. E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós. Antes, os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são necessários” (1 Coríntios 12:17-22)
Assim como não faz sentido um Cristão não buscar comunhão com outros Cristãos, também não faz sentido ele se reunir apenas com pessoas que não fazem parte do Corpo de Cristo.
“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.” (Salmos 1:1).
Uma vez que passamos a fazer parte da família de Deus
“Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus” (Efésios 2:19)
É preciso andar em comunhão com nossos irmãos
“Oh! quão bom e quão suave [é] que os irmãos vivam em união.” (Salmos 133:1)
“De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele.” (1 Coríntios 12:26).
Por isso que quando nos falamos da Igreja local, nós não estamos falando de uma instituição religiosa, nós estamos falando de pessoas, seres humanos, afinal, a existência uma Igreja espiritual/invisível tem como consequência uma Igreja visível, que é a comunhão entre estas pessoas.
“E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à Igreja aqueles que se haviam de salvar.” (Atos 2:44-47)
E, é essa comunhão que dá origem a uma comunidade, e essa comunidade é conhecida como Igreja local. A grande maioria das cartas do escritas por Paulo no Novo Testamento foram direcionadas às Igrejas locais da época: Igreja de Corínto, Éfeso, Filipos, Tessalônica entre outras.
“Paulo (chamado apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus), e o irmão Sóstenes, À Igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados santos, com todos os que em todo o lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, [Senhor] deles e nosso: Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.” (1 Coríntios 1:1-3)
“Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, aos santos que estão em Éfeso, e fiéis em Cristo Jesus: A vós graça, e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo!” (Efésios 1:1-2)
“Paulo e Timóteo, servos de Jesus Cristo, a todos os santos em Cristo Jesus, que estão em Filipos, com os bispos e diáconos: Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai e da do Senhor Jesus Cristo.” (Filipenses 1:1-2)
“Paulo, e Silvano, e Timóteo, à Igreja dos tessalonicenses em Deus, o Pai, e [no] Senhor Jesus Cristo: Graça e paz tenhais de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo.” (1 Tessalonicenses 1:1).
2.1- Pessoas, Corpo, Membro. Assim a definição bíblica do que é uma Igreja, no Novo Testamento, onde cada e toda Igreja (ekklesia) de crentes é:
A. Um grupo, um corpo, um organismo (diferente de organização).
B. Pessoas que já foram salvas do caminho do Inferno (isto é, o Espírito Santo já as “chamou para fora” do mundo e do pecado).
C. Os membros de cada Igreja se reúnem física e corporalmente,
uma ou mais vezes por semana, sob a liderança de um ancião-pastor, mestre, num local físico, para, todos eles (física e espiritualmente juntos), cultuarem ao Deus verdadeiro, o da Bíblia e tendo os objetivos de: proclamar e expandir o Evangelho de nosso Senhor e Salvador Jesus, o Cristo de Deus.
3. O Nascimento da Igreja.
Muitos situam o nascimento da Igreja no dia de pentecostes. Mas a Bíblia nos ensina que a Igreja nasceu justamente durante o ministério de Cristo na terra. (e na eternidade, no coração de Deus). Os discípulos ainda faltavam receber a submersão do Espírito Santo, em Pentecostes. É bom lembrarmos que o pré-requisito indispensáveis para ser parte da Igreja é ser habitado pelo Espírito de Deus.
“Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.” (Romanos 8:9)
“Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.” (1 Coríntios 12:13)
A Igreja foi explicitamente nomeada em Mateus:
“E, se não as escutar, dize[-o] à Igreja; e, se também não escutar a Igreja, considera-o como um gentio e publicano.” (Mateus 18:17)
E isso se deu com verbos no tempo presente. Portanto, seguramente, a Igreja local já existia durante os dias de Cristo e não veio existir a partir do dia de pentecostes como alguns afirmam.
Fazer parte da Igreja local não traz a salvação, mas é uma consequência dela. É a mesma relação existente entre a graça de Deus e as boas obras. Nós somos salvos pela graça por meio da fé, não pelas obras.
“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, [é] dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9
Mas o que evidencia nossa fé e a nossa salvação são as boas obras.
“Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma. Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.” (Tiago 2:17-18)
Assim como fé sem obras é morta, também não existe vida em Cristo sem se reunir como igreja.
“Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?” (1 João 4:20).
4. Quantas pessoas precisam estar reunidas para formar uma igreja local?
A Bíblia diz que onde duas ou mais pessoas se reunirem em nome de Jesus, ali Ele estaria.
“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” (Mateus 18:20)
Lamentavelmente a motivação de abertura de denominações evangélicas se da por questões pessoais. Alguns são movidos pelo orgulho, outros pela decepção, outros pela ganância e outros pela vaidade .
“Porque eu sei isto que, depois [da] minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão [coisas] perversas, para atraírem os discípulos após si. Portanto, vigiai, lembrando-vos de que durante três anos, não cessei, noite e dia, de admoestar com lágrimas a cada um de vós.” (Atos 20:29-31)
Muitos desejam ter sua própria igreja e esquecem quem é o verdadeiro dono da Igreja.
Várias pessoas receberam supostas visões ou sonhos de Deus, ao longo da história, para criaram novas “igrejas”, e a consequência foi o surgimento de inúmeras seitas.
“Que ninguém vos domine sob pretexto de um falso culto de anjos e de formas exteriores de humildade, apoiando-se em visões que afinal nunca tiveram; é gente vaidosamente envaidecida pela sua própria esperteza: mas a verdade é que não estão ligados à cabeça, à qual todos nós estamos unidos como um corpo estruturado e mantido através dos seus ligamentos, o qual vai crescendo e se desenvolve segundo Deus lhe concede.” (Colossenses 2:18-19)[1]
“E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.” (2 Pedro 2:1-3)
Por isso devemos ter em mente que não é qualquer lugar com uma placa escrito: “igreja” que é uma Igreja de Cristo. O que define uma Igreja com sendo uma Igreja de Cristo não é a boa vontade de um líder, mas sim o que é ensinado lá dentro. Tudo deve estar de pleno acordo com as Escrituras.
“E por que me chamais, Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo? Qualquer que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as observa, eu vos mostrarei a quem é semelhante: É semelhante ao homem que edificou uma casa, e cavou, e abriu bem fundo, e pôs os alicerces sobre a rocha; e, vindo a enchente, bateu com ímpeto a corrente naquela casa, e não a pôde abalar, porque estava fundada sobre a rocha. Mas o que ouve e não pratica é semelhante ao homem que edificou uma casa sobre terra, sem alicerces, na qual bateu com ímpeto a corrente, e logo caiu; e foi grande a ruína daquela casa.” (Lucas 6:46-49)
5. Porque existem várias denominações?
Se a verdade bíblica é uma só, por existem tantas igrejas diferentes umas das outras? Basicamente por dois motivos:
5.1 – Várias denominações surgem por causa das questões doutrinárias
Muitas heresias acabaram surgindo na dentro da igreja ainda nos primeiros séculos, o que acabou gerando divisões e consequentemente o surgimento de novas igrejas, posteriormente estas novas igrejas foram se diferenciando umas das outras por adotarem diferentes posições ou linhas teológicas. Contudo, hoje em dia, pela grande variedade de denominações existentes, e por tudo o que já foi construído e pesquisado ao longo da história, formar uma nova igreja por questões doutrinárias é muito perigoso, o risco de construir algo sem alicerce e formar um corpo sem cabeça é muito grande. Vale muito mais a pena buscar uma igreja fundamentada na Palavra.
Muitas vezes a Igreja acaba se afastando do propósito de Deus quanto ela adota símbolos, práticas e conceitos estranhos ao Evangelho.
6. Igreja como instituição social e “anti-social”.
Há ainda no seio da Igreja aqueles que a identificam unicamente com a missão de realizar obras sociais, enquanto outros ignoram essa responsabilidade. A falta desse equilíbrio acaba causando conclusões erradas quanto ao verdadeiro ministério da Igreja de Cristo. Como bem disse Dr. Alderi.
à luz do ensino bíblico, do exemplo de Cristo e das lições da história, os cristãos não podem ignorar o desafio social. Como a justiça social é uma das implicações do Evangelho, evitar essa área acarreta sérias dificuldades para a consciência cristã e para o testemunho cristão. O cristão não pode se isentar da sua responsabilidade. Ao contrário, num mundo afligido por tantas situações que atentam contra a vida, a dignidade e o bem-estar dos seres humanos, é mister que os cristãos redobrem os seus esforços no sentido de seguir os passos daquele que “andou pela terra fazendo o bem”. Porém, a Igreja jamais pode esquecer de sua maior missão: “Levar a salvação à toda a humanidade, por meio do Evangelho de Cristo”.
Que jamais venhamos a perder o real sentido de “Igreja” – Corpo de Cristo.
Tradução: Cristiano Ribeiro Braga
